Tá com medo de amar é?

Você se permite amar? O medo de amar pode impedir que os relacionamentos se tornem profundos. Vem comigo entender melhor sobre esse tema!





“Um ratinho está em uma gaiola nova, curiosamente passeia por toda a mesma para conhecê-la. Ao sentir fome, vai até o alimento e ao tocar no prato, SURPRESA: Leva um intenso choque. Depois do choque o ratinho corre em direção oposta ao prato. Se pudéssemos perguntar ao ratinho se ele estava com fome, nos responderia que não, pois ainda experimentava a dor do choque.


Posteriormente, ao sentir uma intensa fome, o ratinho vai bem devagar em direção ao prato que não estava mais eletrificado, só em aproximar-se, sem nem mesmo tocar no prato, sente as reações fisiológicas de um choque, e se perguntássemos certamente nos diria que levou outro choque.


Depois desse momento, o ratinho resolve tomar uma posição intermediária entre a fome e a dor, onde aparentemente ficou tranquilo. Mas, qualquer estímulo distinto que ocorrer no ambiente, o ratinho reage fugindo em direção oposta ao prato.


Mesmo sabendo que a comida é o que manterá sua sobrevivência, ele nunca corre em direção a ela.”


Assim também ocorre com o medo de amar, a pessoa toma como padrão uma experiência passada frustrante, se coloca em uma posição intermediária, ficando entre a solidão e o amor, e sempre que tem uma oportunidade de amar, corre em direção oposta, pois, sente medo de frustrar-se

Pare e reflita: Quantas vezes você:

  • Deixou de investir em alguém por medo de se envolver e perder o controle?

  • Preferiu terminar o relacionamento com medo de ser abandonado?

  • Amou e reprimiu o seu sentimento, mesmo sem o outro saber? Afastou-se de um amor por medo do compromisso?

  • Tomou choques sem tocar no prato?


As experiências negativas trazem um grande impacto no que diz respeito ao amor, as pessoas continuam com o medo de sofrer e esquecem que o prato não está mais eletrificado.


E quando você realmente sente a necessidade de amar, ou vê a possibilidade de avançar um pouco mais na relação, sente-se assustado, sem espaço, e recua. Ficando sozinho novamente.


Até quando?


Amar é um risco, onde umas das poucas certezas que se tem é que ele pode perdurar ou terminar. Se

você não souber lidar com essa incerteza, tenderá a desenvolver relacionamentos superficiais.

Afaste-se da zona de conforto, do local onde tudo está sobre controle e embarque na aventura que é o amor.

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Recreio dos Bandeirantes - RJ

Psicóloga Emanuelle Mendes

CRP 05/51041

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